Captura de carbono se dissemina como opção para frear aquecimento

RIO — O cronômetro para o caos climático está correndo, mas a Humanidade ainda não encontrou soluções para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Estudo recente publicado na revista “Nature” indica que as propostas apresentadas pelos 195 países participantes da Conferência de Paris, em dezembro último, são insuficientes para manter o aquecimento médio do planeta abaixo dos 2 graus Celsius (em relação à era pré-industrial). Entretanto, uma técnica inovadora vem ganhando relevância em diferentes locais no planeta como aposta para reverter o quadro. Segundo especialistas, as tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês) ainda enfrentam barreiras econômicas e tecnológicas, mas têm o potencial para frear a escalada de emissões.

A tecnologia ainda é incipiente, mas vem se disseminando. De acordo com relatório da Global CCS Institute, existem no mundo 15 projetos de grande escala em operação, e outros sete em fase de construção. Juntas, essas 22 instalações são capazes de capturar e armazenar 40 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano. Pode parecer muito, mas de acordo com o relatório mais recente da Base de Dados de Emissões para a Pesquisa Atmosférica Global, em 2014 foram emitidas 35,7 bilhões de toneladas de CO2.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/sustentabilidade/captura-de-carbono-se-dissemina-como-opcao-para-frear-aquecimento-19681125#ixzz4EmjoNK4P

Sobrebarba e Idesam em parceria sobre consumo consciente

Parte de todas as vendas Sobrebarba irão ajudar no reflorestamento da Amazônia, numa colaboração com o Instituto Idesam

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Os produtos criados especialmente para que tem barba da marca Sobrebarba são produzidos somente com matérias-primas de origem vegetal e a marca se preocupa não apenas com seus consumidores, mas com o os rumos do consumo e do meio ambiente. Por conta disso, os sócios Fernanda Kawazoe e Samuel Tonin fecharam uma colaboração com o Idesam – Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas através do Programa Carbono Neutro.

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Carbono Neutro e o Turismo de Base Comunitária: Conexão e Desenvolvimento

O Turismo de Base Comunitária (TBC) em Unidades de Conservação (UC) é um meio de estimular a conexão entre os visitantes e as comunidades tradicionais da Amazônia. Além de beneficiar as famílias diretamente envolvidas em atividades de turismo, como: pesca esportiva, pousadas comunitárias, gastronomia local e afins, tal atividade gera inúmeros benefícios indiretos, com a realização de atividades de apoio nas trilhas, nas atividades culturais, nos artesanatos, entre outras.

O apoio à implementação do TBC na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã tem sido uma iniciativa independente do Programa Carbono Neutro Idesam (PCN). Em paralelo às atividades de plantio, o programa tem atuado na busca por parceiros que acreditam e colaboram com a promoção da atividade.

“O turismo é fundamental para aumentar a circulação de recursos entre as comunidades da UC, melhorando a qualidade de vida dessas famílias. É o mesmo objetivo do PCN e acreditamos na importância de somar esforços nesse sentido”, destaca Flávio Cremonesi, gerente do PCN.

Para destacar ainda mais essa conexão entre Carbono Neutro e o TBC, listamos abaixo quatro aspectos do PCN incluídos nos roteiros de turismo do Uatumã. Que tal conhecê-los de perto? Continuar lendo

Chiara Gadaleta: por uma moda mais conectada com a Amazônia

“Perdidamente apaixonada pela Região Amazônica”. É como se define a stylist e consultora de moda Chiara Gadaleta em suas últimas postagens do instagram. Entusiasta da sustentabilidade, Chiara encabeça o Ecoera, projeto que apoia a disseminação das práticas sustentáveis nos mercados de moda e beleza.

Recentemente, a estilista esteve na Amazônia – mais precisamente na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã – para conhecer de perto o funcionamento do Programa Carbono Neutro, do Idesam. Criada em 2010, a iniciativa busca compensar emissões de carbono de eventos, produtos, pessoas e empresas através do plantio de sistemas agroflorestais, que geram renda para comunidades ribeirinhas.

Entre visitas aos sistemas agroflorestais, café da manhã na casa de ribeirinhos e mergulhos no rio Uatumã, Chiara teve a oportunidade de experimentar um pouco do cenário amazônico que já é rotina dos pesquisadores que trabalham no local, mas ainda está para ser descoberto pelo turismo de base comunitária (TBC), que vem sendo promovido pelo Idesam na região.

Acompanharam a expedição a empresária gaúcha Débora Tessler, parceira profissional de Chiara e sócia da Tsslr Conteúdo, e a engenheira florestal Isabele Goulart, nova integrante da equipe do Idesam recém-chegada de Piracicaba, interior de São Paulo. A viagem contou ainda com a participação de duas equipes de TV convidadas a divulgar o turismo na reserva. Entre eles estavam os jornalistas Vandré Fonseca, Barbarah Veiga e Fátima Santágata.

Para registrar a expedição (que também foi ‘CO2 Neutro’, diga-se de passagem), nada melhor do que deixar as impressões de quem vivenciou esse sentimento pela primeira vez. Listamos a seguir alguns dos melhores momentos publicados pelos nossos ‘turistas de base comunitária’ no Instagram.

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5 razões para se apostar em Sistemas Agroflorestais

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Como forma de promover benefícios econômicos e ecológicos no mesmo passo, os sistemas agroflorestais (SAFs) existem como alternativa de manejo de terra onde espécies naturais, cultivos agrícolas e criações de animais podem ser realizadas simultaneamente.

Os SAFs contribuem ativamente para a rápida recuperação da fertilidade dos solos e também, são alternativa para a reversão do desmatamento. E é por esse motivo que o modelo faz parte das diretrizes centrais do Programa Carbono Neutro Idesam (PCN).

Eles podem ser implantados na recuperação de áreas alteradas por atividades agrícolas mal sucedidas, contribuindo para a redução da pressão por desmatamento em novas áreas de florestas e, consequentemente, mitigando as mudanças climáticas.

Conversamos com os pesquisadores do Idesam e listamos 5 razões por que esses sistemas são tão benéficos para a região amazônica.

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