Dupla Carioca visita RDS do Uatumã

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Entre os dias 4 e 8 de fevereiro, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã acolheu visitantes mais que especiais, as meninas do blog Dupla Carioca, Mari e Nanda, que neutralizaram suas emissões de carbono em outubro e decidiram acompanhar o plantio de suas mudas e conhecer a Reserva. Mariana Reis e Fernanda Britto atravessaram o Brasil para viver um pouco da realidade dos ribeirinhos que ali moram, e todas as belezas naturais e desafios que  compõe a RDS do Uatumã.

De acordo com Mari, conhecer os comunitários e compartilhar suas histórias foi o diferencial: “A realidade deles é bem diferente da que nós conhecemos no Rio de Janeiro, desde a logística até comunicação. O contato e toda a vivência que tivemos com eles tornaram tudo mais especial”, disse ela.

As meninas passaram quatro dias na Reserva e conheceram o Turismo de Base Comunitária que, aos poucos, vem sendo implantado lá. José Monteiro, comunitário e dono de uma pousada no local, se demonstrou entusiasmado com a perspectiva crescente de turismo: “Há muito tempo viemos lutando para implantar o turismo aqui de fato e é gratificante demais receber turistas na reserva”, afirmou ele. “É como ver um sonho sendo, aos poucos, finalmente construído com a ajuda do Idesam”, completou Monteiro.

A dupla participa da 17a. Soltura de Quelônios em  uma das praias da reserva.

A dupla participa da 17a. Soltura de Quelônios em uma das praias da reserva.

Dentre as atividades realizadas, elas participaram da 17ª Soltura de Quelônios da RDS do Uatumã. Nanda se mostrou encantada com a ação dos moradores da reserva: “Eu achei muito lindo o momento que eles têm – o café da manhã, a oração antes da soltura, a confraternização dos comunitários – e tudo por uma causa nobre, que é a preservação dos quelônios na Reserva”, afirmou.

Uma das atividades mais esperadas foi o plantio das mudas do blog Dupla Carioca. Ao todo, foram plantadas 36 mudas de árvores frutíferas e madeireiras, que devem compensar 12,95 tCO2 emitidos pelas meninas. “O mais incrível é que as mudas não só ajudam no meio ambiente, mas vão gerar renda para o pessoal que mora na Reserva. O programa é perfeito”, concluiu Mari.

Mari e Nanda fixam a placa para marcar o SAF.

Mari e Nanda fixam a placa para marcar o SAF.

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